Vivemos no mundo da pressa, da afobação, da urgência, onde tudo tem que ser para ontem. Precisamos parar de correr com os pés do tempo, pés ágeis, vivos e velozes e nos perguntar: aonde tudo isso está me levando?
Os pés do tempo são inalcançáveis.
Vivemos em uma sociedade consumista onde "é preciso correr o mais rápido possível para permanecer onde se está", como advertiu Carrol Lewis.
